Padre Marcelo Rossi participou da gravação do quadro “O Que Vi da Vida”,
que será exibido pelo “Fantástico”, no próximo domingo (29). Durante o
depoimento, o padre contou que antes de entrar para a Igreja era
obcecado por seu corpo, malhava durante horas todos os dias da semana e
chegou a fazer uso de anabolizantes para ficar ainda mais forte.
Rossi
revelou ainda que sua inspiração para deixar a vida narcisista para
trás e tomar um novo rumo foi o piloto Ayrton Senna que, ao vencer uma
corrida de Fórmula 1, agradeceu a Deus.
Além do ídolo, alguns
familiares o incentivaram para que se tornasse padre. “Minha família
sempre teve uma base religiosa. Uma tia católica me dizia que um dia eu
viraria padre. Eu pensava que ela estava louca, mas aquilo me marcou e
ficou na minha cabeça.”
Ele também disse que o início da vida religiosa foi bastante difícil e que ele até foi questionado pelo próprio pai.
Com
mais de sete milhões de exemplares de “Ágape” vendidos, o padre
comentou como foi o período em que se dedicou a escrever o livro:
“Fiquei três meses usando cadeira de rodas sem poder fazer nada. Foi
neste período que surgiu a ideia de escrever. Fiz um retrospecto de toda
a minha vida, o que me ajudou muito”.
Considerado por muitos um
“padre-celebridade”, Rossi fez questão de ressaltar que não é artista,
mas tem seus momentos. “Sou cantor de chuveiro. Adoro música desde
criança. Gosto de U2, Eric Clapton, Chico Buarque.”
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